10 Receitas de papinhas para bebês (Passo a passo)

Quando precisei iniciar as papinhas para minha bebê de 6 meses, eu não sabia por onde começar.

Como sempre tivemos uma alimentação mais regrada em casa, eu não queria usar nenhum tipo de óleo ou tempero que fosse inadequado para o  preparo das papinhas.

Eu queria aprender a melhor forma de preparar papinhas sem perder nutrientes.

Mas…

Quando busquei a orientação de profissionais, percebi que muitos deles não estavam preocupados com os detalhes que eu estava buscando.

Sendo assim, mergulhei nesse universo de alimentação infantil, e uni as coisas que eu já sabia e praticava em casa, com as novas e riquíssimas informações que fui coletando e adquirindo por meio de pesquisas e testes.

E foi assim que eu decidi escrever um livro, abordando tudo sobre papinhas e adicionei este livro junto com o Guia para Mamãe de Primeira Viagem, tornando assim um pacote completo para ajudar Mães de Primeira e Segunda Viagem a lidarem com todas duvidas que surgem na chegada do bebê

Todas as respostas para as minhas dúvidas estão reunidas neste livro, que para minha surpresa, se tornou um dos Livros mais lidos entre as Mãe de Primeira Viagem

O Guia possui um livro que é muito completo e recheado de receitas e orientações detalhadas sobre como fazer papinhas.

Portanto, não fique somente nas receitas de papinhas, aprenda detalhes que poderão mudar sua maneira de pensar sobre a alimentação de sua família, estabelecendo excelentes mudanças para toda a vida.

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Dicas importantes antes de iniciar as receitas

Para as receitas de papinhas com ovo:

  • Papinhas de bebê com ovo, só podem ser oferecidas após o nono mês de vida. Recomendamos que se faça um teste progressivo de oferta de ovo para certificar de que seu bebê não é alérgico. Antes de oferecer papinhas com ovos para o seu bebê, consulte o pediatra.

Para receitas de papinhas com carnes:

  • Nas primeiras papinhas, você deve usar as carnes no cozimento, porém desprezá-las na hora de servir. Para bebês acima de 9 meses, já é possível desfiar e incorporar às papinhas.

Para as receitas de papinhas com mandioca:

  • A mandioca também possui um certo potencial alergênico. Ofereça de preferência, para bebês acima de 9 ou 10 meses.
  • Toda receita preparada com mandioca, tem uma textura um pouco mais pesada, por isso, tente fazer combinações com outros legumes que tenham mais água em sua composição.

Para as receitas de papinhas com beterraba:

  • A beterraba é a única raiz que é mais resistente para o cozimento. Por isso, eu recomendo que você cozinhe a beterraba e passe na peneira, caso for oferecê-la nas primeiras papinhas de seu bebê.

Os grumos de uma beterraba depois de cozida, ficam bem difíceis de serem amassadas somente com o garfo.

Mas não utilize a peneira para tudo, apenas para a beterraba mesmo.

Após o nono mês, vc já pode oferecer a beterraba cozida e picada

Para as receitas de papinhas com couve-flor e brócolis:

  • Antes de preparar tanto o brócolis, quanto a couve-flor, você deve fervê-los separadamente, por três minutos. E só depois, misturar na panela com os outros alimentos para serem cozidos. É só uma maneira de garantir uma melhor higienização. Esses legumes costumam ter alguns bichinhos que ficam bem escondidinhos.

Caso tenha muita sobra para as receitas elaboradas abaixo, você pode separar cada porção em potes, e guardar na geladeira, para ser consumido no máximo até o dia seguinte.

Nunca utilize liquidificador para o preparo das papinhas, ele destrói todas as fibras, que são importantes para o intestino dos bebês, principalmente nesta fase de adaptação.

Lembre-se papinhas não são sopas.

Abaixo estão 10 receitas de papinhas salgadas, super práticas e nutritivas. Mãos à obra!

1 – Papinha de carne moída, batata doce, mandioquinha e espinafre

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 colher de sopa de carne moída

½ batata doce pequena

1 mandioquinha pequena

3 folhas de espinafre

Modo de preparo

Em uma panela, frite o alho e a cebola no óleo de coco, e acrescente a carne moída.

Mexa até a carne ficar douradinha.

Coloque a batata doce e a mandioquinha picadas em cubos bem pequenos, refogue mais um pouco.

Coloque também as folhas de espinafre.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e cozinhe por 15 minutos, ou até que todos os ingredientes fiquem bem macios.

Desligue o fogo, e retire as folhas de espinafre.

Escorra os legumes, mas não despreze a água do cozimento.

Amasse tudo com o garfo, e acrescente de volta, aos poucos, a água que sobrou do cozimento, até atingir a consistência de papa.

É nessa água que estão parte dos nutrientes.

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite e sirva.

É importante que todos os utensílios, sejam livres de BPA, que é um elemento tóxico presente no plástico. Se você não sabe como identificar o BPA, abordamos sobre esse assunto em nosso Guia para Mamães.

2 – Papinha de frango, ervilha, batata, inhame e couve

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 fatia de filé pequeno de frango

1 colher de sopa de ervilhas

1 batata pequena

½ inhame

1 folha de couve

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o óleo, e frite o alho e  a cebola.

Acrescente o frango e refogue até ficar dourado.

Acrescente a batata e o inhame picados.

Refogue mais um pouco até tudo mudar de cor.

Coloque as ervilhas e a folha de couve

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que fique tudo bem macio.

Escorra os legumes, mas não despreze a água do cozimento.

Amasse tudo com o garfo, e acrescente de volta, aos poucos, a água que sobrou do cozimento, até atingir a consistência de papa.

É nessa água que estão parte dos nutrientes.

Desfie o frango e amasse tudo com o garfo.

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite, e sirva.

3 – Papinha de frango com ervilha, abóbora, feijão e chuchu

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 colher de sopa de ervilha

1 fatia de filé de frango

3 colheres de sopa do caldo de feijão

1 colher de sopa de abóbora picada

1 colher de sopa de chuchu picados

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o óleo, e frite o alho e  a cebola.

Acrescente o frango e refogue até ficar dourado.

Acrescente as ervilhas, a abóbora e o chuchu.

Refogue mais um pouco até tudo mudar de cor.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que fique tudo bem macio.

Não despreze a água que restar do cozimento, nela ficam muitos nutrientes também, por isso amasse os ingredientes na própria água do cozimento

Desfie o frango e amasse tudo com o garfo, acrescente as colheres de sopa do caldo do feijão.

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite, e sirva.

4 – Papinha de carne com inhame, batata, cenoura e brócolis

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 colher de cebolinha bem picada

1 filé de músculo dianteiro

½ inhame picado

1 batata picada

⅓ de uma cenoura média picada

1 colher de sopa de brócolis picado

Modo de Preparo

Em uma panela, coloque o óleo e frite o alho e a cebola.

Acrescente a carne e refogue até mudar de cor.

Acrescente todos os outros ingredientes picados, inclusive a cebolinha.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que fique tudo bem macio.

Retire a carne, amasse todos os ingredientes com o garfo.

Não despreze a água que restar do cozimento, nela ficam boa parte dos nutrientes, por isso amasse os ingredientes na própria água do cozimento.

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite e sirva

5 – Papinha de carne com arroz, grão de bico, brócolis e abobrinha

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 colher de cebolinha bem picada

1 filé de músculo dianteiro

1 colher de sopa de arroz integral

1 colher de sopa de grão de bico já cozido

1 colher de sopa de brócolis picado

1 colher de sopa de abobrinha picada

Modo de Preparo

Em uma panela, coloque o óleo, e frite o alho e a cebola.

Acrescente a carne e refogue até mudar de cor. Acrescente todos os outros ingredientes picados, inclusive a cebolinha.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que fique tudo bem macio.

Retire a carne, amasse todos os ingredientes com o garfo.

Não despreze a água que restar do cozimento, nela ficam boa parte dos nutrientes, por isso amasse os ingredientes na própria água do cozimento

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite e sirva

6 – Papinha de frango com batata, mandioquinha, cenoura e beterraba

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 fatia de filé de frango

1 batata pequena picada

1 mandioquinha pequena picada

½ beterraba pequena picada

⅓ de cenoura picada

Salsinha a gosto

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o óleo, e frite o alho e  a cebola.

Acrescente o frango e refogue até ficar dourado.

Acrescente todos os outros ingredientes picados.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que fique tudo bem macio.

Desfie o frango e amasse tudo com o garfo

Não despreze a água que restar do cozimento, nela ficam boa parte dos nutrientes, por isso amasse os ingredientes na própria água do cozimento

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite e sirva.

7 – Papinha de frango com abobrinha, brócolis e cenoura

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 fatia de filé de frango

1 colher de sopa de abobrinha picada

1 colher de sopa de brócolis picado

1 colher de sopa de cenoura picada

Salsinha a gosto

Modo de Preparo

Em uma panela, coloque o óleo, e frite o alho e  a cebola.

Acrescente o frango e refogue até ficar dourado.

Acrescente todos os outros ingredientes picados.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que fique tudo bem macio.

Desfie o frango e amasse tudo com o garfo

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite, e sirva.

8 – Papinha de ovo com batata doce, arroz, feijão, cenoura e brócolis

Essa papinha só pode ser oferecida para bebês acima dos 9 meses, que não são alérgicos a proteína do ovo.

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 ovo cozido

½ batata doce pequena e picada

1 colher de sopa de arroz integral

2 colheres de sopa de caldo de feijão já cozido

1 colher de sopa de cenoura picada

1 colher de sopa de brócolis picado

1 pitada de açafrão

Modo de Preparo

Em uma panela, coloque o óleo, e frite o alho e  a cebola.

Acrescente o arroz e refogue um pouco. Depois coloque o restante, menos o ovo.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que fique tudo bem macio.

Pique o ovo cozido, misture-o aos outros ingredientes.

Amasse tudo com o garfo.

Despeje no pratinho de papinhas, e acrescente as duas colheres do caldo do feijão, um fio de azeite, e sirva.

9 – Papinha de carne moída com cará, batata, abóbora e espinafre

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 colher de sopa de carne moída

1 colher de sopa de cebolinha bem picadas

1 colher de sopa de cará picado

1 colher de sopa de batata picada

1 colher de sopa de abóbora picada

3 folhas de espinafre

Modo de Preparo

Em uma panela, frite o alho e a cebola no óleo de coco, e acrescente a carne moída. Mexa até a carne ficar douradinha.

Acrescente tudo na panela.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e cozinhe por 15 minutos, ou até que todos os ingredientes fiquem bem macios.

Desligue o fogo, e retire as folhas de espinafre.

Amasse tudo com o garfo.

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite e sirva

10 – Papinhas de carne com mandioquinha, cenoura, abobrinha e couve

Ingredientes

1 colher de sobremesa de óleo de coco

1 dente de alho

2 rodelas de cebola

1 colher de sopa de cebolinha bem picadas

1 colher de sopa de carne moída

1 colher de sopa de abobrinha picada

1 colher de sopa de cenoura picada

1 mandioquinha pequena cortada em rodelas

1 folha de couve

Modo de Preparo

Em uma panela, frite o alho e a cebola no óleo de coco, e acrescente a carne moída.

Mexa até a carne ficar douradinha.

Acrescente tudo na panela.

Coloque água morna, até faltar pouco para cobrir tudo.

Tampe e cozinhe por 15 minutos, ou até que todos os ingredientes fiquem bem macios.

Desligue o fogo, e retire a folha da couve.

Amasse tudo com o garfo.

Não despreze a água que restar do cozimento, nela ficam boa parte dos nutrientes, por isso amasse os ingredientes na água do cozimento.

Coloque no pratinho de papinhas, acrescente um fio de azeite e sirva

Espero que estas receitas lhe ajudem nesta fase tão delicada.

Para fazer uma introdução alimentar segura e nutritiva, nós recomendamos que você conheça nosso guia para Mamães de Primeira Viagem, com 59 receitas e dicas incríveis.

O Guia Para Mamães de Primeira Viagem, é o livro mais recomendado por médicos e nutricionistas de todo o Brasil.

Papinhas para bebês, o guia completo de introdução alimentar (com receitas passo a passo)

A alimentação é nossa principal fonte de energia e precisamos dela para realizarmos todas nossas atividades.

Para os bebês isso não é diferente, por isso, nada melhor do que iniciar a introdução alimentar, sabendo tudo sobre o assunto, descobrindo e aprendendo deliciosas receitas de papinhas para bebês!

Um bebê saudável depende, principalmente, da boa alimentação que é dada a ele, tanto na fase de amamentação, quanto na introdução alimentar.

A mamãe e o papai agora vão precisar saber tudo sobre papinhas, quais são os melhores alimentos, os utensílios mais indicados e tudo o que pode (ou não pode) oferecer ao bebê nessa fase tão gostosa.

Aqui está o guia completo da introdução alimentar, incluindo várias receitas deliciosas de papinhas para bebês. Comece essa linda fase com muito sabor e qualidade nutricional.

Gestação, amamentação e o período de introdução alimentar com papinhas para bebês

A alimentação do bebê já começa no período de gestação.

Através do cordão umbilical o bebê é alimentado com a mesma dieta feita pela mamãe. Por isso é importante que a mamãe tenha bons hábitos alimentares para que o bebê receba todos os nutrientes necessários neste período.

Quando chega o grande dia de dar à luz, seja através do parto normal ou cesária, é muito importante que se tenha um tratamento humanizado, respeitando o momento entre mãe e filho para que o bebê tenha toda a atenção possível.

É nesse momento que a amamentação deve ser iniciada. A mamada nos primeiros minutos é fundamental para criar mais vínculo entre a mãe e o bebê, prolongando assim o tempo de amamentação.

Quando começar a introduzir alimentos na dieta do bebê?

O bebê deve ser alimentado somente com leite materno até os 6 meses de idade. A partir daí o bebê está pronto para experimentar novos sabores.

Este é o período de conhecer o mundo das papinhas para bebês.

Oferecer o primeiro tipo de alimento em forma de papa é o mais aconselhável para levar o bebê a experimentar as delícias dos alimentos sólidos.

O primeiro alimento diário do bebê deve ser oferecido logo pela manhã.

Após 2 ou 3 horas da primeira mamada do dia, é hora de oferecer uma papinha de fruta.

Lembrando que a amamentação não pode parar quando se inicia a introdução alimentar. O bebê precisa e deve continuar mamando.

Inicialmente essa fase pode ser um pouco complicada. A boa alimentação da mamãe no período de amamentação pode facilitar o processo de introdução alimentar. Porém é normal alguns bebês apresentarem certa resistência durante esta mudança.

Como nos primeiros meses do bebê a presença da mãe é maior que a do pai em certas ocasiões, uma dica muito importante para os pais é passar tranquilidade e cultivar a paciência junto com a mamãe, para que esta fase inicial possa fluir da melhor forma possível.

Os melhores alimentos para preparar as papinhas dos bebês

Deve-se iniciar com o que há de mais saudável e saboroso, como é o caso das frutas, por exemplo.

Frutas bem amassadinhas são altamente recomendáveis e gostosas. Não há restrição para quais frutas possam ser oferecidas nas primeiras refeições. Porém, é importante que se tenha atenção na utilização de frutas com menor nível de acidez e optar por frutas que não prendam o intestino dos bebês.

As frutas por serem doces, podem facilitar no agrado ao paladar dos bebês.

Sempre escolha frutas bem fresquinhas, in natura e, de preferência da estação.

Também podemos oferecer legumes cozidos, bem amolecidos e amassados com garfo, na forma de papinha “salgada”.

Recomendável batata doce, abóbora, beterraba e cenoura por serem alimentos adocicados, eles podem facilitar bastante nas primeiras refeições.

Sempre ofereça água nos intervalos das refeições (em copinhos de preferência). A quantidade máxima recomendada é 100 ml por dia.

Dicas importantes:

  • As papinhas devem ser oferecidas em quantidades pequenas, de três a quatro colheres de chá por refeição.
  • As papinhas devem ser compostas por somente um alimento, de início.
  • Procure o pediatra, caso o bebê apresente qualquer tipo de reação alérgica.
  • Não utilize liquidificadores na preparação das papinhas para bebês. É recomendável que se amasse todos os alimentos com o garfo, para que tenha uma consistência cremosa, sempre mantendo alguns pedacinhos do alimento.
  • Ofereça ao bebê a maior variedade possível de alimentos, não faça escolhas baseadas somente em alimentos que o papai ou a mamãe gostam. Sendo assim, o bebê terá uma maior oportunidade de se tornar uma criança que se alimenta de tudo.
  • Para os bebês que não mamam no peito, deve-se aumentar a atenção aos valores nutricionais das papinhas. Nunca substitua papinhas por mamadeiras.
  • Do 7º ao 12º mês, o bebê amamentado deve receber de três à quatro refeições complementares diárias: duas papinhas principais ” salgadas” (almoço e jantar) e mais uma ou duas papinhas de frutas, (durante os lanchinhos da manhã e da tarde)

Alimentos não indicados para as papinhas dos bebês

Os alimentos que podemos utilizar são até fáceis de imaginar, mas quais não devemos oferecer?

É importante ressaltar que a dieta dos bebês deve ser somente de alimentos naturais e de preferência, orgânicos.

  • Nunca utilize açúcar ou mel na preparação das papinhas para bebês.
  • O leite de vaca também não é aconselhável e pode causar predisposição à anemia ferropriva e alergias nos bebês.

Ao contrário dos que muitos pensam, é possível temperar as papinhas nessa fase do bebê, mas claro que nada exagerado e sempre utilizando os naturais. Temperos como alho, cebola, orégano, cebolinhas, folhas de louro, azeite extra virgem e óleo de coco, podem ser utilizados para temperar papinhas para bebês.

  • Nunca utilize temperos como caldos prontos, ou quaisquer outros temperos industrializados na alimentação do bebê.
  • Não utilize sal nas primeiras papinhas de bebês.

Quais são os melhores utensílios para a introdução alimentar?

Não podemos errar de jeito nenhum no preparo das papinhas para bebês.

Conhecer os utensílios a serem usados na introdução alimentar dos pequenos é primordial.

Existe um componente chamado bisfenol-A que está presente nos plásticos e é representado pela sigla BPA.

Esta substância se solta do plástico quando é exposta a altas temperaturas e pode ser altamente tóxica, causando hiperatividade, puberdade precoce, entre outros problemas graves.

O melhor de tudo é procurar armazenar tudo em potes de vidro. Mas caso não possa, o certo a se fazer, é comprar utensílios de plástico que contam com o selo “BPA free” ou “Livre de BPA”.

Indicamos que utilize as panelas Royal Prestige para a preparação das papinhas, elas são feitas de aço cirúrgico reutilizável, este material não solta nenhum contaminante nos alimentos.

Para os demais utensílios da cozinha, procure sempre utilizar produtos de silicone. Este material é muito resistente ao calor, não arranha as panelas e nem passa gosto para o alimento. inclusive, um talher de silicone é muito recomendável por não machucar a boca do bebê.

Higienização de alimentos, potes e demais utensílios

Esta é uma dúvida muito comum para os pais de primeira viagem.

A primeira coisa a se fazer é lavar bem as mãos antes do preparo do alimento.

É muito importante também a limpeza do local onde irá preparar as papinhas para bebês dentre outros alimentos.

O ideal seria a preparação de uma refeição por vez, pelo fato da limpeza ser mais constante e não proliferar nenhuma bactéria.

Mas sabemos que muitos pais não têm tempo de cozinhar a todo momento e precisam armazenar em potinhos para outros horários.

As frutas, verduras e legumes precisam de atenção especial. Se não estiver utilizando orgânicos, procure lavá-los bem em água corrente e depois retirar o agrotóxico das cascas com solução de iodo.

Sempre utilizar alimentos frescos para a preparação das papinhas. Frutas frescas e in natura fornecem muito mais nutrientes aos bebês.

Nestes casos é importante também a higienização correta dos potes com água corrente e sabão. Ser bastante atento a limpeza para que não fique restos de alimento. Dê preferência sempre aos materiais com o selo BPA free ou potes e recipientes de vidro.

Como organizar as papinhas dos bebês?

Para manter tudo organizado e não se atrapalhar, fique atento a estas dicas:

  • Papinhas de frutas e legumes podem ser congeladas por até 6 meses.
  • Papinhas que contém carne, mantenha congeladas por no máximo 2 meses.
  • Cole etiquetas nos potinhos identificando as datas do congelamento e os  ingredientes que foram utilizados
  • Na hora de descongelar, retire do freezer e coloque na geladeira por pelo menos 4 horas antes de servir.
  • Não confunda freezer com congelador. Nunca congele no congelador. Observe se seu refrigerador tem a porta separada, refrigeradores de uma porta inteira não possuem freezer.
  • Nunca utilize microondas para descongelar papinhas, aliás nunca utilize o microondas pra nada. Se possível,  não possua um microondas.
  • Prepare as papinhas para bebês sempre na quantidade mais exata possível. Nunca se deve congelar o mesmo alimento por duas vezes, despreze sempre as sobras.

Como os pais devem agir na introdução alimentar do bebê

Já aprendemos um pouco sobre a nova fase do bebê onde ele conhecerá novos sabores.

Já sabemos quando e como  iniciar o processo de introdução alimentar. E agora? Como pais, como devemos nos comportar nesta nova fase do desenvolvimento de nossos bebês?

Tudo se torna muito prazeroso e simples, quando fazemos com dedicação e amor.

A fase da introdução alimentar dos bebês pode e deve ser muito prazerosa e divertida! Devemos nos atentar a forma como lidamos com essa nova fase, afinal sabemos que nós aprendemos muito mais com os filhos do que ensinamos.

A influência dos pais na alimentação do bebê

Como já abordamos nesse artigo, o bom hábito de alimentação dos pais influencia na introdução alimentar e isso acontece desde a gestação.

Como tem sido os hábitos alimentares de toda a família? Se você não tem o costume de se alimentar saudavelmente, este é, sem dúvida, o momento de repensar seus hábitos.

Se você não tem um olhar saudável para as suas refeições, como poderá ajudar seu filho a desenvolver bons hábitos alimentares?

É nesta fase que os bebês começam a criar seus hábitos e formar seu intelecto.

Sempre ofereça uma variedade de alimentos, e aproveite esta fase para também experimentar novas refeições, novas frutas. Você estará, com toda certeza, contribuindo para que seu filho tenha uma excelente qualidade de vida e se torne um adulto saudável.

Mantenha uma rotina alimentar bem definida.

A rotina faz parte desse processo e é muito benéfica.

Almoçar em família e sempre sentar à mesa para se alimentar é primordial.

Dica importante: Nunca ofereça comida como recompensa. Alimentos não podem ser paliativos para recompensas nem conquistas. Eles servem para nutrir!

Aprenda 5 receitas deliciosas de papinhas para bebês

Aprenda 3 receitas de papinhas para bebês doces muito simples de preparar, fácil de achar os ingredientes e muito saborosas.

Papinha de papinha de mamão com banana:

  • ¼ de mamão
  • 1/3 de uma banana nanica

Modo de preparo: Amasse bem com garfo (nunca no liquidificador) e sirva.

Receita de papinha de abacate com atemoia:

  • ¼ de um abacate pequeno
  • 1 colher de sopa de atemoia

Modo de preparo: Retire as sementes da atemoia, misture bem com o abacate até ficar uma papinha bem cremosa e sirva.

Receita de papinha de abacate, banana e leite de coco caseiro:

  • ¼ de abacate
  • ½ banana nanica
  • 2 colheres de sopa de leite de coco caseiro

Modo de preparo: Amasse tudo com o garfo até ficar um creme consistente, mas que mantenha alguns pedacinhos.

Dica interessante: caso o bebê estranhe o leite de coco caseiro, utilize o leite materno, caso ainda esteja amamentando.

Maravilhosas receitas salgadas para introdução alimentar do bebê:

Receita de papinha de carne, abóbora, batata e couve:

  • 1 colher de sobremesa de óleo de coco
  • 1 colher de chá de cebola picada
  • 2 colheres de sopa de carne moída
  • 1 batata pequena cortada em cubos pequenos
  • 2 colheres de sopa de abóbora cortada em cubos pequenos
  • 2 colheres de sopa de couve picada

Modo de preparo: Aqueça o óleo de coco em uma panela e refogue a cebola e a carne moída. Acrescente em seguida a batata e a abóbora. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.

Receita de Papinha de frango, mandioquinha, beterraba e escarola:

  • 1 colher de sobremesa de óleo de coco
  • 1 colher de chá de cebola picada
  • 2 colheres de sopa de frango cortado em cubos pequenos
  • 1 mandioquinha pequena cortada em cubos
  • ½ beterraba pequena cortada em cubos
  • 2 colheres (de sopa) de escarola picada

Modo de preparo: Aqueça o óleo de coco em uma panela e refogue a cebola e o frango. Em seguida acrescente a mandioquinha e a beterraba. Cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte a escarola e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.

Atenção

Na hora de fazer as papinhas para bebês, muitos outros detalhes são super importantes.

Se você não quer correr riscos com seu bebê, aconselhamos que conheça o Guia para Mamães de Primeira Viagem, ao adquiri-lo você também recebera o Guia de Primeiras Papinhas para Bebês, onde, além de ter acesso a 59 receitas práticas, você vai aprender todos os detalhes para garantir uma introdução alimentar super segura e nutritiva.

Conheça o Guia de Primeiras Papinhas e garanta uma introdução alimentar super segura e nutritiva.

Papinhas para bebês de 6 meses: Por onde devo começar?

Mas será que somente receitas de papinhas é o suficiente para garantir que a introdução alimentar de seu bebê ocorra de forma segura e eficaz?

Desde quando escrevi o Guia Para Mamães de primeira viagem, percebi que a grande maioria das mães estão interessadas em aprender sobre a introdução alimentar para bebês.

O que não podemos ignorar, é que são muitos os detalhes que envolvem a introdução alimentar de nossos bebês, e são estes tão importantes detalhes que irão garantir a saúde e o desenvolvimento necessários para esta fase.

combinação correta dos alimentos

Uma coisa muito importante que se deve considerar no preparo das papinhas, é que melhor do que conhecer receitas, é saber montá-las você mesma.

Isso fará com que você não se sinta dependente das receitas de papinhas para poder alimentar bem o seu bebê.

Para isso é muito importante conhecer quais são os tipos de alimentos que não poderão faltar na composição de uma papinha saudável e completa.

Quando pensamos numa combinação de alimentos, nós que somos adultos, nos preocupamos muito com os sabores que estamos combinando.

Para o preparo de uma papinha, as coisas não funcionam muito bem assim.

Não que as papinhas para bebês devam ser completamente sem graça.

Mas mesmo que você sirva nas papinhas, uma refeição que seja muito saborosa para você, o bebê sempre irá estranhar ou até mesmo rejeitar.

Por isso, a maior preocupação é combinar a quantidade correta de nutrientes que não poderão faltar nas papinhas.

Saiba o que não pode faltar nas receitas de papinhas

Para montar corretamente uma receita de papinha, temos que considerar a função principal de cada alimento.

Foi seguindo este padrão que elaboramos as 59 receitas que estão no Guia de Primeiras Papinhas do Bebê.

Uma receita de papinha deve ser montada da seguinte forma:

Alimentos energéticos: Raízes e tubérculos

Na hora de preparar as papinhas, não existe necessidade de você tentar descobrir qual é a diferença entre raízes e tubérculos.

O que precisamos saber, é que raízes e tubérculos são considerados alimentos energéticos.

Para preparar papinhas mais completas você tem que considerar a presença de dois tipos diferentes de energéticos, então para não haver erros, escolha uma raíz e um tubérculo.

Confira no final deste artigo quais são os alimentos energéticos e suas funções para o organismo do bebê.

Alimentos reguladores

Os alimentos reguladores importantes para o preparo das papinhas são: 

Todas as hortaliças e também a beterraba, a abóbora, a cenoura, o chuchu, a abobrinha, o jiló, a berinjela, a vagem, dentre outros.

A beterraba e a cenoura também são raízes, mas na hora de preparar as papinhas, elas devem estar acompanhadas pelos energéticos que citamos acima.

No final deste artigo você poderá conferir a lista de reguladores e quais os papéis de cada um nessa importante tarefa de nutrição infantil.

Alimentos construtores:

São considerados os alimentos construtores todos os que são de origem animal, como ovos, carnes, aves e peixes.

No primeiro ano de vida do bebê, não pode ser oferecido o peixe por ser considerado um alimento de grande potencial alergênico.

O ovo só pode ser oferecido nas papinhas, aos poucos, após o oitavo mês de vida do bebê.

Antes de oferecer o ovo, é recomendado que se faça um teste progressivo de oferta, para verificar se a criança não possui alergia a proteína do ovo.

Consulte o pediatra de seu bebê para falar sobre o ovo e o peixe antes de oferecê-los nas papinhas.

As carnes vermelhas nas primeiras papinhas devem ser utilizadas somente durante o cozimento.

Na hora de oferecer as papinhas, retire-as pelo menos até o oitavo mês de vida do bebê.

Entre o sétimo e o oitavo mês, ofereça a carne moída nas papinhas, se preferir

Após o oitavo mês, já é possível desfiar as carnes vermelhas

A mesma recomendação da carne vermelha você deverá seguir para oferecer o frango nas papinhas de seu bebê.

Nós sabemos que todos esses detalhes deixam muitas mães inseguras, o que é completamente normal. 

Foi por isso que criamos nosso guia absolutamente completo sobre introdução alimentar, que tem sido recomendado por médicos e nutricionistas.

Como montar uma receita de papinha

Bom, agora que você já aprendeu que existem três classes básicas de alimentos que não poderão faltar nas papinhas, basta saber como montar as receitas para que não haja erro na hora de deixá-las completinhas.

Portanto, todas as papinhas devem ser montadas da seguinte forma:

  • Dois alimentos Energéticos
  • Dois alimentos Reguladores
  • Um alimento Construtor

Temperos a serem utilizados

Na hora de preparar as papinhas o mais importante e fazer com que o bebê conheça o sabor de cada alimento em sua forma natural.

Mas isso não significa que para preparar papinhas não se deve utilizar temperos.

Temperos frescos podem ajudar a enriquecer nutricionalmente as papinhas.

O alho não possui somente aroma e sabor característicos, ele também possui substâncias que são benéficas ao organismo dos bebês.

Portanto a maioria dos temperos frescos poderão ser utilizados para o preparo das papinhas de bebês.

Já os temperos industrializados, não deverão fazer parte do cardápio dos bebês. Além de possuírem uma quantidade excessiva de sódio, estes contém aditivos químicos como conservantes.

Na hora de preparar as papinhas para seu bebê, você poderá utilizar livremente os seguintes temperos:

  • Alho
  • Cebola
  • Salsinha
  • Cebolinha
  • Caldo de legumes caseiro
  • Caldo de carne caseiro
  • Manjericão
  • Coentro
  • Orégano
  • Alecrim
  • Açafrão da terra
  • Gengibre
  • Cominho
  • Cravo
  • Canela

Se você quiser saber mais detalhes sobre a forma correta de oferecer cada tempero, clique neste link.

Como escolher utensílios para preparar as papinhas

Na hora de escolher copos, pratos e talheres de papinhas, encontramos diversos modelos que destacam cores, desenhos e temas conhecidos.

Mas o que devemos considerar na real, é se o material que estamos comprando é de boa qualidade.

Procure utensílios de boa procedência, de marcas mais conhecidas, afinal os grandes fabricantes são obrigados a produzir utensílios para bebês, livres de uma substância chamada Bisfenol A.

Entenda o que é o Bisfenol A

O BPA ou o Bisfenol A, é uma substância utilizada para a fabricação de potes, copos, pratos e talheres de plásticos.

Esse componente é muito prejudicial para a saúde, especialmente para fetos e crianças, por estarem em fase de formação.

Devido a sua alta toxicidade, o produto já foi proibido em vários lugares do mundo e só passou a ser proibido no Brasil depois de 2011.

Mas mesmo assim, sua proibição restringe apenas para aos utensílios infantis como mamadeiras, pratinhos e copos de plásticos.

Portanto, por  ainda existirem muitas coisas que são  fabricada com a presença do BPA, é sempre bom comprar pratinhos, potes e copos para bebês de grandes empresas cujas embalagens trazem escritas BPA free ou 0% bisfenol A.

Uma coisa também que ajuda na hora de acertar a escolha, é olhar a composição do material, ou seja, não compre produtos que são feitos de Policarbonato.

Como você está vendo, são muitos detalhes que envolvem a introdução alimentar. Se você não quer correr riscos, clique aqui e veja tudo o que é necessário para garantir uma perfeita introdução alimentar.

Onde o bebê deve se alimentar

Das três vezes que passei pela fase da introdução alimentar aqui em casa, nunca me preocupei em comprar cadeiras de papinhas para meus bebês.

A cadeira de alimentação têm sua importância, mas não são tão determinantes na fase das primeiras papinhas.

Procure deixar seu bebê se alimentar pela primeira vez nos lugares em que ele já está acostumado a ficar.

A fase das primeiras papinhas é recheada de mudanças para os bebês. 

Por isso, tente manter o máximo de sua rotina habitual. Quanto menos mudanças você fizer na hora de oferecer as primeiras papinhas, melhor serão as chances de sucesso.

Não existe nenhum problema, se por exemplo, seu bebê utilizar a cadeira de alimentação pela primeira vez a partir dos 9 meses de idade.

Nesta fase, ele já está completamente habituado com as papinhas, e uma cadeira de alimentação, será um motivo de diversão e curiosidade.

Alimentos energéticos que não podem faltar nas papinhas

Batatas: 

Uma papinha preparada com batatas, por exemplo, podem suprir 7% das necessidades diárias de proteínas.

Além disso, as papinhas ainda ficam com uma quantidade razoável de niacina, que é muito importante para a saúde da pele, do aparelho digestivo e dos nervos.

Papinhas preparadas com batatas também podem conter um bom nível de potássio e fósforo.

São muitas as opções de batatas que podemos escolher na hora de preparar as papinhas.

  • Batata Inglesa
  • Batata Agata
  • Batata Asterix
  • Batata Baroa
  • Batata doce
  • Batata baraka
  • Batata yacon

Independente de qual batata você escolher para preparar as papinhas, saiba que as batatas são fontes de:

  • Magnésio
  • Cálcio
  • Zinco
  • Manganês
  • Potássio
  • Fibras
  • Ferro
  • Vitaminas do complexo B, C, E e K.

Por todos esses benefícios podemos definir que as batatas quando adicionadas nas papinhas podem contribuir com o bom funcionamento do sistema digestivo, o fortalecimento ósseo, o bom funcionamento do cérebro.

As batatas nas papinhas ajudam a proteger o coração e também ajudam na prevenção de anemias.

Mandioca:

A mandioca torna as papinhas ricas em vitamina K e minerais como:

  • Cálcio
  • Potássio
  • Magnésio
  • Fósforo

Por isso podemos deduzir que acrescentar mandioca nas papinhas colabora para o crescimento e desenvolvimento ósseo dos bebês. 

Inclusive é muito importante que ela seja consumida por mulheres grávidas, por conter grande quantidade de  ácido fólico.

Seus nutrientes também atuam no sistema nervoso e aumenta a saúde digestiva.

Inhame:

O inhame, quando adicionado na papinhas, pode oferecer vitaminas B1, B6 e C. Além de possuir minerais como:

  • Cálcio
  • Magnésio
  • Manganês
  • Fósforo
  • Ferro
  • Potássio
  • Zinco

O inhame presente nas papinhas, pode combater a prisão de ventre  em bebês que possuem mais dificuldades em se adaptar a esta nova fase.

Nas papinhas, é muito interessante associar o inhame aos alimentos que possuem grandes quantidades de ferro, porque o inhame irá ajudar na absorção do ferro por ser um alimento rico em vitamina C

Mandioquinha

A mandioquinhaé uma excelente alimento indicado para o preparo das papinhas, pois é considerado uma alimento muito nutritivo e de fácil digestão

Possui vitaminas  A, B1, B2, B3, C, E e minerais como:

  • Fósforo
  • Ferro
  • Magnésio
  • Cálcio.

Batata doce: 

Ótima para o preparo das papinhas, pois é um energético muito rico em fibras e possui vitaminas A, B, C, K e E.

  • Ômega 3
  • Ácidos graxos
  • Magnésio
  • Fósforo
  • Potássio
  • Sódio
  • Zinco

Além de suas propriedades anti-inflamatórias, ela ajuda a manter o colágeno da pele e controla os níveis de açucar no sangue.

Cará:

São inúmeros os nutrientes que o cará pode oferecer para as papinhas de bebês. O cará possui vitaminas B1, B2, B3, B5, B6, B9 C. Possui também minerais como:

  • Cobre
  • Potássio
  • Fósforo
  • Ferro
  • Magnésio
  • Zinco

Alimentos reguladores, e que não podem faltar nas papinhas são:

Cenoura:

A cenouratorna as papinhas rica em vitamina A,B,C e K e fonte de minerais como:

  • Cálcio
  • Ferro
  • Potássio
  • Magnésio
  • Cobre

Por isso, podemos concluir que acrescentar cenouras nas papinhas colabora com  fortalecimento do sistema imunológico do bebê, e ajuda a proteger o sistema digestivo e intestinal.

Beterraba:

A beterraba torna as papinhas ricas em Vitaminas A, B6 e C e é fonte de minerais como:

  • Potássio
  • Magnésio
  • Ferro
  • Ácido fólico
  • Zinco

Quando estão presentes nas papinhas, a beterraba ainda contribui com proteínas e fibra solúvel. 

Quando acrescentamos a beterraba nas papinhas também contribuímos para o tratamento e o combate de anemias. Além do mais ela ainda protege o fígado e melhora a saúde da pele.

Abóbora:

A abóbora enriquece as papinhas com vitaminas A, C e vitaminas do complexo B, além de minerais como:

Cobre

Cálcio

Fósforo

Potássio

Magnésio

Quando acrescentamos a abóbora nas papinhas, ela contribui para o bom funcionamento da saúde dos olhos, previne doenças do coração, melhora a qualidade do sono, ajuda no sistema imunológico do bebê.

Chuchu:

Os chuchus irão acrescentar vitaminas A, B e C para as papinhas de seu bebê, além de minerais como:

  • Cálcio
  • Magnésio
  • Fósforo
  • Zinco

A presença do chuchu entre os ingredientes das papinhas acrescenta uma boa quantidade de ferro e de vitamina B2, auxiliando assim, na prevenção de anemias e fortalecendo o sistema imunológico.

Abobrinha:

A abobrinha enriquece as papinhas com vitaminas do complexo B e vitamina A, e ainda possui minerais como:

  • Potássio
  • Fósforo
  • Cálcio
  • Sódio
  • Magnésio.

Quando oferecida nas papinhas ela desempenha um benefício muito grande para o sistema circulatório, neurológico e imunológico, além de contribuir para o crescimento, para a saúde da visão e da pele, ela ainda colabora para a prevenção de infecções.

Jiló:

O Jiló enriquece as papinhas com vitaminas A, B e C, além de minerais como:

  • Cálcio
  • Fósforo
  • Ferro
  • Fibras
  • Potássio

É importante acrescentá-lo nas papinhas, mas sempre com moderação por causa do forte sabor. 

O jiló protege as artérias, ajuda no combate da anemia, melhora a visão e controla a taxa de açúcar no sangue.

Berinjela:

A berinjela enriquece as papinhas com vitaminas: A, B1, B2, B5 e C,  além de minerais como:

  • Cálcio
  • Fósforo
  • Ferro
  • Potássio
  • Magnésio

Nas papinhas, a berinjela  ajuda na construção óssea e muscular dos bebês, além de ajudar na prevenção de diversos tipos de câncer, e na manutenção de uma  pele saudável,.

Vagem:

A vagem enriquece as papinhas com vitaminas do complexo B e vitamina C, além de minerais como:

  • Magnésio
  • Cálcio
  • Ferro
  • Fósforo

Nas papinhas, a vagem irá contribuir com  a saúde muscular, além de fortalecer o sistema imunológico na prevenção de doenças como a anemia. Suas propriedades ajudam no funcionamento do intestino e ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue. 

O que os Médicos e Nutricionistas recomendam?

Guia para Mamães de Primeira Viagem é o livro que aborda todos os assuntos que uma Mãe de Primeira Viagem precisa saber, por isso é o Guia mais lido do brasil, e é frequentemente recomendado e utilizado por médicas e nutricionistas.

O Guia Para Mamãe de Primeira Viagem é uma leitura rápida e prática, traz informações relevantes capazes de mudar a saúde dos nossos pimpolhos.

Dra. Marina Nunes Machado

No Guia de Primeiras Papinhas você encontra 59 Receitas de papinhas  super saudáveis e fáceis de preparar e muitas dicas incríveis, que vão te ajudar a evitar os principais erros que a maioria comete nesta fase.

Conheça o Guia para Mamães de primeira viagem junto com o Guia das Primeiras papinhas do Bebê e garanta uma perfeita introdução alimentar para seu bebê.

Papinhas de bebês: Três erros comuns que a maioria comete sem saber

Você já se sente totalmente preparada para alimentar seu bebê pela primeira vez?

Imagino que esteja se sentindo despreparada, provavelmente não está sendo bem orientada, e pensa que se pudesse pular essa parte seria um grande alívio.

Bem-vinda ao clube!

A grande maioria experimenta esta desconfortável sensação de insegurança.

Qual de nós nunca se viu rodeada de dúvidas nesta fase?

Afinal, a correria do dia a dia, a falta de informações básicas, e a dificuldade de encontrar receitas práticas e ao mesmo tempo saudáveis, causam uma enorme sensação de desconforto e insegurança.

Infelizmente, muitas famílias não são bem orientadas nesta etapa, por isso as chances de erros são enormes.

Alimentar um bebê com alimento sólido pela primeira vez, parece simples, e é.

Mas quando nos faltam informações básicas no preparo das papinhas, no processo de congelamento e até mesmo na escolha de cada alimento, podemos estar colocando a saúde de nossos filhos em risco, e não é isso que pretendemos de maneira alguma.

No Guia para Mamães de Primeira Viagem você recebe nosso livro de Papinhas com 59 receitas de papinhas super nutritivas e equilibradas, esclarecemos todos os detalhes que envolvem este processo, e que a maioria das mães e pais, e até mesmo alguns profissionais da saúde, desconhecem.

Clique aqui e conheça nosso Guia para Mamães de primeira viagem

Abaixo estão os erros mais comuns praticados por muitas mães e pais durante o processo de introdução alimentar.

Primeiro erro: Preparar Sucos de Frutas

Preparar um suquinho de laranja lima logo no início da introdução alimentar, é algo tão comum entre as mamães e papais, que parece ter se tornado uma prática indispensável para a nutrição dos bebês.

Você precisa saber que esta é uma prática completamente ultrapassada, e que estudos recentes mostram o quanto isto pode desencadear sérios problemas para a saúde de nossos bebês.

Diabetes, Obesidade e Problemas Cardíacos

Estudos demonstram que o consumo de sucos de frutas e claro, outras bebidas açucaradas, colaboram com a obesidade e a baixa estatura em crianças. – Pediatrics 99:15-22, 1997

Em 29 de agosto de 2013 foi publicado no British Medical Journal, estudos realizados pelo departamento de nutrição da Harvard School of Public Health.

Estes estudos mostraram que o consumo de bebidas doces como sucos de frutas naturais colabora com desenvolvimento do diabetes do tipo 2.

Essa prática também provoca doenças cardiovasculares, e atinge todas as idades, não poupando nem sequer os crianças e bebês.

Antes de mais nada, é preciso compreender, que naturalmente nós seres humanos, não fomos feitos para consumir sucos de frutas.

Quando consumimos o suco das frutas separados de suas fibras, estamos enviando uma bomba de açúcar ao nosso organismo.

Com os bebês não poderia ser diferente, muito pelo contrário.

Algumas pessoas afirmam nunca terem oferecido doces aos filhos antes de completarem dois ou três anos de idade, mas por falta de informação, muitas oferecem sucos naturais.

A frutose sem as fibras é um verdadeiro veneno para o organismo de um bebê.

Pois bem, vamos então entender se realmente existe alguma diferença entre, nunca ter oferecido doces ao filho, e a prática de oferecer sucos naturais.

A sacarose que é conhecida como o açúcar comum, é um carboidrato formado por moléculas de glicose e de frutose.

A frutose, ao contrário do que muitos imaginam, não é necessariamente o açúcar da fruta. A frutose está presente em todos os vegetais em proporções diferentes.

O que temos que considerar é que a frutose é tão prejudicial quanto qualquer outro açucar.

Quando ingerida sem as fibras, ou seja, no caso de se preparar sucos da fruta, ela cai rapidamente na corrente sanguínea, forçando o pâncreas a liberar insulina para o controle de todo esse açúcar.

O problema é que nem sempre o pâncreas consegue dar conta de liberar a quantidade de insulina necessária e a frutose pode ficar “passeando” pelo sangue, e esse é o primeiro passo para o desenvolvimento do diabetes, é o que afirma a nutricionista e consultora em alimentação e qualidade de vida, Ana Ceregatti.

Se para um adulto esse processo pode ser tão destrutível, imagine para um bebê que está sendo iniciado na alimentação? Que está experimentando pela primeira vez, algo diferente do leite materno?

A frutose também é responsável por inibir a eliminação de Grelina.

Ou seja, ela altera de forma incorreta a sensação de saciedade do indivíduo, fazendo com que ele se alimente ainda mais.

Neste caso, ocorre o desenvolvimento da obesidade de uma forma geral.

Bebês que podem estar muito acima do peso, por exemplo, não possuem o hábito de comer doces e aparentemente mantém uma alimentação mais natural e saudável, certamente também consomem sucos de frutas naturais.

É normal, é comum que qualquer família cuidadosa e preocupada com o desenvolvimento saudável de seu bebê o faça.

Mas quando estamos abertas a receber informações, compreendemos então que nem sempre as coisas são o que parecem. Portanto é natural que se faça mudanças visando melhorar cada dia mais.

Por isso incentivamos que todas as mamães e papais conheçam o Manual das Papinhas, onde todas essas informações estão detalhadamente explicadas.

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Nunca Separe as Fibras

Se considerarmos que as frutas são naturais, mas espremedores e os liquidificadores não, vamos entender que o papel das fibras no processo de digestão do suco de cada fruta, é de extrema importância.

As fibras quando estão presentes, elas possuem a função de ajudar o organismo a processar lentamente a quantidade de açúcar que está sendo ingerida.

Ou seja, as frutas são perfeitas, porque possuem as fibras em sua composição, elas são alimentos extremamente saudáveis.

As frutas podem e devem estar presentes na introdução alimentar de todos os bebês.

Portanto, ao invés de oferecer sucos de frutas ao seu bebê, ofereça a fruta em forma de papinha.

Em geral a aceitação é boa, afinal as frutas são “docinhas” e as crianças mesmo nesta fase, tendem a estranhar menos.

Bom, meu objetivo aqui é eliminar o mito da afirmação de que sucos naturais de frutas são adequados para introdução alimentar.

Por isso, não irei nem citar aqui os suquinhos prontos, industrializados, estes, pelo amor de Deus, não deverão entrar no cardápio dos bebês em hipótese alguma, mesmo que suas embalagens afirmem que são naturais e nutritivos.

Segundo erro: Congelar papinhas no congelador

Você não pode congelar papinhas se não possuir um freezer.

Entenda que existe diferença entre freezer e congelador. E essa diferença está unicamente na temperatura que cada um atinge.

Um freezer, por exemplo, alcança até dezoito graus negativos, enquanto um congelador comum alcança apenas seis graus negativos.

A temperatura que é alcançada pelo freezer é de extrema importância quando se pretende preservar os nutrientes dos alimentos. Caso esse congelamento seja feito de forma incorreta, você poderá comprometer a saúde de seu bebê.

Nunca utilize um congelador simples para conservar alimentos por muito tempo. Se você possuir uma geladeira onde a porta do congelador é separada da porta do refrigerador, então possivelmente você possui um freezer. Certifique-se apenas de que este atinja a temperatura negativa de 18 graus. Neste caso, você poderá utilizá-lo perfeitamente para congelar papinhas.

A função de um congelador simples, estes que alcançam no máximo 6 graus negativos, é basicamente manter por mais algum tempo um alimento que já tenha sido congelado há uma temperatura de 18 graus negativos.

Inclusive no caso dos sorvetes, fica até fácil notarmos que dificilmente o congelador simples consegue manter a temperatura ideal.

Portanto, nunca utilize um congelador simples, se você quiser congelar papinhas por vários dias.

Assim como o congelamento, o descongelamento e o armazenamento precisam ser feitos da forma correta para não comprometer as papinhas.

Todo este processo ensinamos no Manual das Papinhas

Clique aqui para conhecer nosso Guia para Mamães de primeira viagem

Terceiro erro: Preparar papinhas com azeite

Gente, é muito comum encontrarmos mães e pais que preparam papinhas com azeite, acreditando ser essa a forma mais saudável de preparar papinhas.

Mas tudo bem, essa não será a primeira e nem a única vez que nós erramos tentando acertar.

Erros e acertos fazem parte deste universo materno e paterno. E vivenciar isto na pele, foi um dos motivos que me fez escrever o Guia para Mamães de primeira Viagem

Muitas vezes os pequenos detalhes fazem toda a diferença. E é sobre esses detalhes que iremos falar aqui:

Não utilize azeite de oliva para preparar papinhas!

O azeite é um excelente alimento, mas ao contrário do que você deve estar pensando agora, ele não só pode, como deve, estar presente nas papinhas de todos os bebês.

O detalhe que se deve notar, é apenas no aquecimento do azeite.

Na verdade, ele até poderá ser aquecido, mas ele nunca poderá chegar em ponto de fritura.

Quando preparamos papinhas, é natural aquecermos uma pequena quantidade de óleo para fritar o alho e a cebola, e é exatamente nessa hora que o azeite não pode ser utilizado.

Existem outros óleos e temperos extremamente nutritivos que você pode usar

O azeite de oliva quando aquecido a esta temperatura, se torna um vilão, na verdade ele se torna um outro tipo de alimento, altamente tóxico para o nosso organismo.

Outro detalhe importante sobre o azeite no Brasil, e que pouca gente sabe, é que quando um fabricante de azeite coloca apenas 15% de azeite verdadeiro, e logo depois completa os 85% que faltou com óleo de soja, ele pode escrever no rótulo simplesmente: Azeite de Oliva.

Pasmem, a lei brasileira permite isso.

Então, quando você pensa estar consumindo azeite, e pagando mais caro por isso, na verdade está consumindo 85% de um certo tipo de óleo prejudicial para saúde, que você nem sabe qual é.

Por isso é muito importante estarmos atentas, o conhecimento nunca é demais.

Com saber se o azeite é de boa qualidade?

Para identificar um azeite de qualidade, uma dica interessante, é coloca-lo na geladeira. Ele deverá se solidificar, caso contrário, é um falso azeite.

Existem algumas marcas no Brasil, que comercializam o azeite verdadeiro. Porém fiquem atentas com marcas caras e famosas, nem sempre são as verdadeiras.

Dicas para o consumo do azeite

Agora que você já sabe que nunca se deve utilizar azeite de oliva no preparo das papinhas de seu bebê, utilize-o quando as papinhas já estiverem prontas.

Isso mesmo, depois de pronta é hora de colocar um fiozinho de azeite no pratinho de papinhas, no momento de servir.

Caso você pretenda congelar as papinhas, nunca coloque o azeite antes do congelamento.

Sempre prefira colocar no momento de servir as papinhas.

Este três erros que descrevi acima, são apenas os mais comuns, porém, existem vários outros detalhes que são super importantes no preparo das papinhas.

A escolha de uma panela que não libere metais pesados

A utilização de potes livres de contaminantes

A forma correta de armazenar as papinhas

O congelamento e descongelamento correto, para preservar os nutrientes

Os temperos corretos

A higienização e remoção dos agrotóxicos

Se você não quer correr riscos com seu bebê, aconselhamos que conheça o Guia para Mamães de primeira viagem, nesse Guia você vai ter acesso ao nosso livro de 59 receitas práticas para bebês, você vai aprender todos os detalhes para garantir uma introdução alimentar super segura e nutritiva.

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12 dicas para introdução alimentar do bebê

A partir dos seis meses, o leite materno passa a não ser o suficiente para suprir as necessidades nutricionais do bebê.

Neste momento entra em cena uma etapa muito importante: a introdução alimentar.

A introdução alimentar é um período complicado para muitas mães, principalmente as de primeira viagem.

Dúvidas sobre como montar o cardápio, o que pode ou não ser dado ao bebê e como tornar essa etapa mais simples são comuns.

Para ajudar as mães que estão vivenciando essa etapa, preparamos um texto com 12 dicas para a introdução alimentar do bebê. Prontas?

Comece com as frutas

No momento da introdução alimentar, ofereça diferentes opções de frutas, pois são ricas em fibras, possuem diversas vitaminas e muita água.

Amasse as frutas na hora da papinha

Os bebês precisam aprender a mastigar, por isso, na hora da papinha, procure amassar o alimento com um garfo em vez de bater no liquidificador ou passar por peneira.

Escolhas frutas que tenham a consistência pastosa

Para que os bebês aceitem bem a papinha, inicialmente priorize frutas como banana, mamão e abacate, que possuem a consistência mais pastosa.

Misture as frutas com o leite materno

Algumas crianças são mais resistência para comer frutas, e para facilitar a aceitação, uma boa opção é misturar as frutas com a fórmula que o bebê está acostumado ou com o próprio leite materno.

Não adoce a papinha

É fundamental que as papinhas nunca sejam adoçadas com açucar.

Além de trazer graves prejuízos para saúde, o açucar irá distorcer o paladar de seu pequeno, criando uma referência de doce que dificultará muito a aceitação de outros alimentos com sabores mais suaves.

Cuidados com as frutas alergênicas

No momento da introdução alimentar, evite alimentos como o kiwi e o morango, pois eles possuem potencial para causar alergias.

Inclua-os no cardápio do bebê apenas depois do primeiro ano, com autorização de seu pediatra.

Ofereça a maçã e pera apenas depois do primeiro ano

Frutas como a maçã e a pera podem fazer o bebê engasgar com facilidade. Por isso, procure oferecer apenas depois do primeiro ano, raspadas ou picadinhas.

Não ofereça sucos ao bebê

Os sucos, mesmo os naturais, preparados em casa, devido a ausência de fibras, possuem alto índice glicêmico, o que pode desencadear quadros de diabetes e obesidade, além de abaixar a imunidade.

Dê bastante água

Embora as frutas contenham água, é importante que o bebê beba água de boa qualidade para que se mantenha hidratado.

Amasse os legumes para as papinhas salgadas

Assim como fazemos com as papinhas de frutas, quando começar a oferecer as papinhas salgadas, não use o liquidificador ou peneiras para preparar o alimento.

Prefira sempre amassar os legumes com o garfo.

Fique atenta a quantidade

No momento da introdução alimentar, fique atenta a quantidade de papinhas que oferecerá para o bebê.

Respeite a quantidade de acordo com a idade da criança.

Tenha paciência

A introdução alimentar é um momento desafiador.

Algumas crianças podem dar mais trabalho do que outras, por isso, é importante ter muita paciência e, claro, ter a informação correta para saber o que fazer em cada situação.

Informações importantes

Para garantir uma introdução alimentar segura e nutritiva, alguns outros detalhes são super importantes:

  • A escolha de uma panela que não libere metais pesados
  • A utilização de potes livres de contaminantes
  • A forma correta de armazenar as papinhas
  • O congelamento e descongelamento correto, para preservar os nutrientes
  • Os temperos corretos
  • A higienização e remoção dos agrotóxicos

Se você não quer correr riscos com seu bebê, aconselhamos que conheça o Guia para Mamães de Primeira Viagem, onde, além de ter acesso a 59 receitas práticas, você vai aprender todos os detalhes para garantir uma introdução alimentar super segura e nutritiva.

Acesse o Guia Primeiras Papinhas do Bebê e garanta a saúde do seu bebê.

Cuidados que toda mãe deve tomar durante a quarentena pós-parto

quarentena pós parto

Depois da gravidez, a nova mamãe precisa de um tempo especial para que seu corpo se reabilite. Afinal, os nove meses de transformações intensas no corpo fizeram muita diferença, e é essencial se cuidar para que o organismo volte a ser como era antes da gestação. O período de quarenta dias pós-parto, ou quarentena, também é conhecido como puerpério e resguardo.

A intensidade das mudanças que o corpo sofre durante a gestação é tão grande que o útero, por exemplo, chega a aumentar seu tamanho em até dez vezes! De uma média de 90 gramas, o órgão pode chegar a pesar 1000 gramas, ou um kilo.

Cada mamãe terá uma experiência diferente com relação ao ganho de peso e mudanças em seu corpo. Por isso, a quarentena terá regrinhas diferentes para cada uma. O que vale nessa hora é respeitar todas as orientações do profissional de saúde que estiver acompanhando o seu desenvolvimento.

O que muda?

quarentena pós parto

As mudanças são inúmeras, assim como quando o seu corpo passou a se preparar para receber o bebê. Dessa vez, ele se prepara para voltar ao estado pré-gestacional, fazendo uma espécie de caminho inverso. Pode-se dizer que quase tudo muda! O peso, a produção de hormônios, menstruação, produção de leite… O mais indicado é se informar com antecedência sobre todos os cuidados que você deverá tomar na quarentena.

Hormônios

A redução da produção de hormônios é perceptível na fase do puerpério. Assim como no período da gravidez, a mulher ficará mais sensível, e por isso é importante que esteja cercada de familiares e amigos que possam auxiliar nas tarefas do dia e estejam bem dispostos. Um ambiente alegre em casa pode ajudar a prevenir o desânimo e tristeza que podem acompanhar a queda hormonal. O mais importante é ter tempo para descansar e conseguir apoio para cuidar do novo bebê durante sua recuperação.

Útero

O útero é um dos órgãos que mais irá mudar durante a quarentena, afinal, ele foi o responsável por carregar seu bebê. Depois da remoção da placenta, é comum sentir contrações. Elas ocorrem para que ele volte ao tamanho inicial, um processo que dura cerca de 10 dias. Nesse estágio, procure se hidratar com frequência para agilizar a contração.

É possível que você sinta um desconforto semelhante às cólicas menstruais durante a fase de contração do útero, especialmente enquanto amamenta. Isso acontece porque a sucção do bebê estimula a produção de ocitocina no corpo da mãe, um hormônio que desencadeia as contrações.

Outra mudança que ocorre é o sangramento, que é semelhante à menstruação, e serve para eliminar os resíduos de revestimento do útero.

Amamentação

quarentena pós parto

O tamanho dos seios tende a aumentar conforme a produção de leite inicia. Nos primeiros dias da quarentena pós-parto, o colostro é produzido, o primeiro alimento do seu bebê. A partir do terceiro dia, o leite é produzido pelas mamas e continua aumentando conforme seu bebê se alimenta.

Além disso, amamentar é uma forma eficaz de perder o peso ganho durante a gravidez. Por isso, essa atividade é estimulada por profissionais para acelerar o processo de recuperação da mamãe durante a quarentena pós-parto.

Lembre-se de garantir sua hidratação sempre e usar sutiãs de amamentação que sejam confortáveis e práticos.

Sexo

Durante a quarentena, é mais indicado que o corpo da mulher seja poupado de relações sexuais por estar em transformação. Uma das preocupações nesse período de resguardo é que a mulher volte a engravidar novamente. Médicos afirmam que as chances de se engravidar no período pós-parto são pequenas, mas a possibilidade não é completamente descartada. Conforme os 40 dias passam, as chances de engravidar aumentam gradativamente.

É importante consultar seu médico para que ele indique o melhor método contraceptivo para o seu caso e que não cause interferências no leite materno.

Meu bebê não para de chorar. E agora?

Existem diversos motivos para o choro do seu bebê e você precisa conhecer todos eles.

Quando os bebês começam a chorar de repente, algumas mães de primeira viagem podem até entrar em pânico por não saberem o real motivo da irritação do seu filho.

Cólicas, fraldas sujas e fome podem ser bons motivos para o choro do bebê e, em determinadas situações, a irritação da criança se torna tão grande a ponto de deixar os pais mais inexperientes de cabelo em pé!

Quanto mais os bebês choram, mais os pais ficam nervosos e esse nervosismo é sentido pela criança. Portanto, trouxemos para vocês algumas situações que deixam os bebês extremamente irritados e que podem ser verificadas facilmente para não se tornar uma tempestade em um copo d’água.

1. Fralda Suja ou apertada

Ficar com as fezes ou a urina encostando na pele deixa os bebês muito irritados. A pele do pequeno é sensível, por isso a fralda é uma das primeiras coisas que devem ser constantemente observadas. Outro detalhe é verificar se a fralda está bem colocada, sem apertar o bebê nas dobrinhas. A peça muito suja pode causar até machucados na pele do bebê.

2. Fome

Talvez esse seja o principal motivo pelo qual os bebês choram. Por não saberem se comunicar de outra forma, o choro é a maneira que eles têm para deixar claro que precisam se alimentar.

3. Calor ou frio

É comum que os bebês sintam as mudanças de temperatura mais dos que os adultos. Nos primeiros dias de vida, eles perdem calor mais rapidamente, necessitando de aquecimento constante. No entanto, o excesso de calor também incomoda. Por que, assim como as fezes ou xixi, a pele sensível do bebê pode ficar irritada com o suor.

O choro é a maneira que os bebês encontram para demonstrar o que sentem

4. Assaduras

As mudanças de temperatura, a baixa frequência na troca de fraldas e até uma alergia podem deixar a pele do bebê dolorida e vermelha. Pode ser preciso utilizar algumas pomadas, para suavizar o incômodo.

5. Sono

Até uma certa idade, os bebês não conseguem entender que dormir é a melhor maneira de descansar. Por isso, eles ficam extremamente irritados quando estão cansados e têm dificuldade em relaxar. Você pode dar uma banho gostoso em seu bebê e diminuir as luzes do ambiente, para que ele, aos poucos, se acalme e consiga dormir com mais facilidade.

6. Cólicas

Se para nós, mulheres, as cólicas menstruais sempre foram uma dor de cabeça, imagine para um recém-nascido que não faz ideia do que está acontecendo. As cólicas constantes costumam afetar os bebê até os três meses de vida, devido ao organismo que ainda está em processo de conclusão do sistema digestivo. Uma boa dica para tentar resolver esse problema é colocar o bebê de bruços, massagear ou colocar compressas com panos mornos.

7. Excesso de estímulo

É preciso tomar cuidado com a quantidade de estímulo dada a um bebê. Às vezes a agitação de outras crianças, a brincadeira com os pais ou barulhos externos podem deixar os bebês incomodados e então eles choram, por irritação. Vale lembrar que nossa audição não para, nem quando dormimos. Os bebês são muito mais sensíveis a isso.

8. Refluxo

Alguns bebês sofrem com o problema do refluxo, o que causa uma queimação no estômago, trazendo a irritação e o choro incessante. Se o seu bebê não regurgita e você não consegue identificar a causa do choro, procure seu pediatra para verificar se o motivo não é esse.

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Importante: essa matéria não deve substituir uma consulta ao médico!

Sangramento na gravidez: saiba o que pode significar

Quando o sangramento na gravidez ocorre, é normal que as gestantes fiquem muito preocupadas, mas calma! A notícia positiva é que sangrar levemente, desde que não seja tão intenso quanto no seu ciclo menstrual, é uma situação que acontece com quase um terço das grávidas e, muitas vezes, não representa uma ameaça grave. Os médicos estimam que entre 20% a 40% das futuras mamães podem apresentar sangramentos no primeiro trimestre de gravidez.

Esses sangramentos, também chamados de escapes, são comuns e podem não causar prejuízos para o bebê ou para a mãe. De qualquer maneira, é importante ressaltar que os sangramentos devem ser relatados ao médico e investigados, pois em alguns casos, podem se tratar de indícios de aborto espontâneo, placenta prévia ou gravidez ectópica, por exemplo.

Nessa matéria, o Blog mamãe de primeira viagem vai listar para você as principais causas de sangramento na gravidez. Confira!

Razões de sangramento na gravidez durante as 20 primeiras semanas

Sangramento do implante 

Cerca de quatro semanas após a gravidez, acontece o implante do óvulo no revestimento do útero, também conhecido como nidação. Essa fixação do óvulo na parede uterina pode gerar uma pequena quantidade de sangramento por volta de sete a 15 dias depois da concepção, parecido com um finalzinho de menstruação.

Exame feito pelo obstetra

Os exames papanicolau ou pélvico podem provocar sangramentos leves dentro de 24 horas após terem sido realizados. Normalmente, esse sangramento desaparece em pouco tempo, ele pode ocorrer devido a inflamações, ectopia ou apenas pelo friccionar do colo do útero para a coleta de material.

Gravidez ectópica

Uma situação bem mais séria e preocupante, a gravidez ectópica ocorre basicamente quando o óvulo fertilizado se instala em algum lugar que não seja o útero, como nas tubas uterinas, onde é mais comum que isso aconteça. Infelizmente, diante desse diagnóstico a gravidez não poderá progredir normalmente e deverá ser tratada através de medicamentos ou intervenção cirúrgica.

Aborto espontâneo

Os sangramentos na gravidez podem sim significar um aborto espontâneo. Para que esse sangramento seja relacionado ao aborto espontâneo, normalmente alguns sintomas também serão percebidos, como dor lombar, dor abdominal, cólicas e coágulos de sangue ou um jato de líquido claro ou rosa que passa pela vagina, além da diminuição dos chamados sinais de gravidez, como a redução da sensibilidade das mamas e as náuseas.

Gravidez molar

A gravidez molar ocorre devido a má formação do embrião, que por conta disso não se tornará um feto. Entre os sintomas estão sangramento uterino recorrente, taxas elevadas do hormônio HCG e crescimento uterino desproporcional. Quando uma gestação passa por esses sintomas, o médico solicitará uma ultrassonografia pélvica para comprovar se está ocorrendo uma gravidez molar.

Relações sexuais 

Durante o segundo e terceiro semestre de gestação, o colo do útero fica inchado devido ao aumento do suprimento de sangue nesse local. Isso torna a área mais sensível e as relações sexuais podem ocasionar os escapes.

Gravidez química

Quando o óvulo é fertilizado, mas não é implantado no útero, denomina-se que ocorreu uma gravidez química. Isso acontece porque o corpo humano pode considerar a gravidez inviável devido a problemas relacionados aos cromossomos. O sangramento vaginal que pode ter resquícios do embrião e durar por volta de cinco dias ou mais é um dos indícios de gravidez química.

Infecções

A clamídia e as demais doenças sexualmente transmissíveis podem ocasionar um sangramento cervical. Os sangramentos podem surgir antes ou durante a gravidez e prejudicar a saúde da mãe e do bebê. Se não tratado com antibióticos e antivirais, pode trazer complicações como parto prematuro, aborto, baixo peso ao nascer e atraso no desenvolvimento.

Hemorragia Subcoriônica

O sangramento subcoriônico é algo delicado e a gestante deve ficar em alerta. Se trata de um sangramento que ocorre ao redor da placenta e deve ser diagnosticado e tratado com rapidez para que não afete a gestação. Normalmente, o médico solicita o repouso da paciente, dessa maneira o sangramento será absorvido naturalmente pelo corpo até a vigésima semana de gestação.

Razões de sangramento na gravidez após 20 semanas

Placenta prévia e descolamento da placenta

Basicamente, a placenta prévia cobre o colo do útero parcialmente ou completamente. Entre os sintomas, as cólicas e os sangramentos são os mais comuns. Idade avançada, cirurgias no útero e histórico pessoal de placenta prévia podem ocasionar essa situação.

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De acordo com o ginecologista e obstetra, Dr. Gilberto Mello, sangramento e gravidez não combinam e, em caso de placenta prévia, algumas medidas devem ser tomadas: “Após os três meses de gestação, podem acontecer sangramentos se a placenta estiver baixa. Nessa situação, é necessário repouso e alguns cuidados maiores, pois perto do parto isso pode trazer dificuldades”, afirma.

O descolamento da placenta é uma situação grave e pode provocar um sangramento severo. Nessa situação, a placenta se solta da parede do útero, o que gera uma hemorragia e coloca em risco a saúde da mãe e do bebê. Ainda segundo o especialista, o descolamento da placenta requer muita atenção.

“Entre os tipos de sangramento na gestação, esse é o que mais preocupa. Acontece principalmente no final da gravidez, com cerca de 34 a 35 semanas, muitas vezes a hipertensão é a causadora do descolamento e, além do sangramento, a gestante também sente cólica. Nesse caso, é importante ir para a maternidade com urgência”, alerta.

Trabalho de parto prematuro

O sangramento na gravidez pode ser acompanhado por cólicas ou contrações, diarreia, pressão pélvica ou dor nas costas antes de 37 semanas. Se esses sintomas não forem controlados e tratados, o trabalho de parto prematuro é uma consequência.

Outras causas 

As verificações cervicais, muito frequentes a partir do terceiro trimestre de gestação, também podem resultar em sangramento. Outro fator são as relações sexuais, que em alguns casos ocasionam o sangramento na gravidez.

Acompanhamento médico faz toda a diferença

Por mais discreto que seja, qualquer sangramento na gravidez deve ser imediatamente informado ao médico. É necessário que a gestante relate com detalhes como aconteceu esse sangramento e o que sentiu. 

Dessa maneira, o médico poderá avaliar a situação e concluir se há algo que foge da normalidade. A segurança da mãe e do bebê é essencial para uma gestação tranquila e saudável.

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10 problemas na amamentação e como resolvê-los

Não há dúvidas dos benefícios do aleitamento materno para o desenvolvimento do bebê. Mas, ainda sim, há diversas famílias que têm que lidar com problemas na amamentação e com o desmame precoce.

É preciso entender que a amamentação nem sempre é um processo fácil e instintivo e que exige uma busca constante por informação. É possível evitar erros que atrapalham a amamentação de forma simples e ainda nas primeiras semanas de vida do bebê.

Problemas na amamentação podem causar desmame precoce

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda a amamentação de forma exclusiva até os seis meses de vida do bebê e complementar até os dois anos ou mais. O desmame antes desse prazo é considerado precoce. Selecionamos dez dos principais problemas na amamentação, com dicas do que fazer para resolvê-los.

1 – Não buscar informação durante a gravidez

A gestante deve se preparar para a amamentação ainda na gravidez. É preciso buscar orientação e ler sobre questões como pega correta, produção de leite e o que pode causar desmame precoce. Essas informações são encontradas em sites especializados, bancos de leite e até com uma consultora especializada. E, claro, aqui no Blog Mamãe de primeira viagem.

2 – Agendar uma cesárea

Muitas gestantes não sabem, mas aguardar o início do trabalho de parto de forma natural ajuda na amamentação. A ação dos hormônios que agem para o parto normal estimulam a descida do leite. E esse é apenas um dos benefícios do nascimento natural. A cesárea deve ser uma alternativa de emergência.

problemas na amamentação

Problemas na amamentação: o recém-nascido deve mamar o colostro nas primeiras horas de vida.

3 – Oferecer fórmula

O único alimento que o recém-nascido precisa logo quando nasce é o colostro. Esse é o nome que se dá ao primeiro leite materno (de aspecto amarelado e produzido nos primeiros dias pós-parto), que é extremamente rico e considerado a primeira vacina do bebê.

Ele não é abundante, mas vem na quantidade ideal para o tamanho do estômago do bebê, que ainda é muito pequeno. Oferecer fórmulas, especialmente em mamadeira, prejudica o aleitamento pois a produção de leite materno está diretamente ligada à sucção do bebê.

4 – Dar chupeta e mamadeira

Os bicos artificiais – chupeta e mamadeira – são uma das principais causas de desmame precoce, especialmente quando oferecidos no início de vida do bebê. O hábito causa confusão de bicos, prejudicando o aprendizado da pega correta. A necessidade de sucção deve ser suprida apenas pela amamentação.

5 – Estabelecer horários para as mamadas

Já falamos aqui sobre a importância da amamentação em livre demanda. Então, o bebê não deve ter horários certos para mamar. Ele deve ficar no seio da mãe pelo tempo que quiser, mamando em livre demanda. O hábito estimula a produção de leite e fortalece o vínculo entre mãe e bebê.

problemas na amamentação

Problemas na amamentação: estabelecer horários para o bebê mamar prejudica a produção de leite. O bebê deve mamar em livre demanda.

6 – Oferecer água ou chá para o bebê

Nos primeiros seis meses de vida, o bebê não precisa de nenhum outro líquido ou alimento além do leite materno. A amamentação oferece todos os nutrientes e mantém o bebê hidratado. Ao oferecer água ou chás, a família acaba “substituindo” um espaço no estômago da criança que poderia ser do leite, fazendo com o que o pequeno mame menos. E, com menos demanda, a produção de leite da mãe também sofre.

7 – Alternar os seios toda hora

Para manter a produção de leite de acordo com a demanda do bebê, a mãe deve deixar o pequeno mamar o seio até esvaziá-lo. Não é preciso se preocupar em oferecer os dois seios. Isso é importante para garantir que o bebê mame o leite posterior (que tem gordura e contribui para um ganho de peso adequado) e não somente o anterior (rico em água). Falamos sobre as fases do leite e seu papel no desenvolvimento do bebê aqui no blog.

8 – Não amamentar durante à noite, substituindo o seio pela mamadeira

Algumas famílias optam por oferecer mamadeira durante a madrugada, acreditando que o bebê vai “dormir melhor” com a fórmula. Ou a decisão é motivada para que a mãe possa dormir. Não há nada de errado em querer descansar, mas é preciso entender que durante à noite é que ocorre o pico de produção da prolactina, hormônio responsável pelo aumento da produção de leite.

Quando a mãe deixa de amamentar nesse período, a produção de leite tende a baixar. Outro problema no hábito é que a mamadeira (como já falamos acima) pode causar confusão de bicos. E se a questão for achar que a fórmula “alimenta” mais o bebê, lembramos que isso é um mito. Bebês amamentados no seio tendem a ter fome mais rápido do que os alimentados por fórmulas por causa da rápida digestão do leite materno.

problemas na amamentação

Problemas na amamentação: durante à noite há um pico na produção de prolactina, hormônio que ajuda no aleitamento.

9 – Mãe que descuida da alimentação e da hidratação

Para conseguir dar conta da produção de leite, a mãe deve se alimentar de forma equilibrada, priorizando carboidratos integrais, proteínas magras, verduras legumes e frutas. Também é importante beber cerca de três litros de água por dia, o que ajuda diretamente na produção de leite.

10 – Sentir dor na amamentação e achar normal

Finalizamos nossa lista de problemas na amamentação com uma das principais queixas: sentir dor na amamentação. Não é normal! Isso é sinal de pega errada, que deve ser corrigida para que o bebê consiga mamar sem machucar os seios da mãe. A família pode buscar orientação em bancos de leite e consultorias de amamentação. E também temos uma matéria aqui, com dicas para ajustar a pega.

problemas na amamentação

Problemas na amamentação: para reconhecer a pega correta, a mãe deve observar se o bebê abocanha toda a aréola e não somente o bico.